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Vacina da gripe 2026: quem deve tomar, onde tomar e por que ela não causa gripe
Tem assunto que volta todos os anos, mas nunca volta do mesmo jeito. A vacina da gripe 2026 é um desses casos. Ela reaparece junto com o outono, com o aumento das síndromes respiratórias e com uma cena muito brasileira: alguém dizendo que “a vacina deu gripe”, outra pessoa jurando que “não precisa”, e uma terceira ainda sem saber se faz parte do grupo que deveria correr para o posto agora. O problema é que essa conversa, quando fica no achismo, costuma custar caro. Em 31 de
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Gordura no fígado tem cura? Quando a esteatose realmente preocupa
A pergunta gordura no fígado tem cura costuma nascer do susto. Muitas vezes a pessoa não está sentindo nada, faz um ultrassom, um check-up ou uma investigação por outro motivo e recebe um termo que pesa imediatamente: esteatose hepática. O nome assusta porque remete a um órgão vital e porque muita gente não sabe se está diante de algo simples, reversível ou do começo de um problema mais sério. O Ministério da Saúde define a esteatose hepática como o acúmulo de gordura nas cél
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Pressão 14 por 9 é perigosa? O que esse número realmente significa
Muita gente escuta “14 por 9” como se fosse um número quase folclórico da saúde brasileira. Já ouviu de um parente, de um vizinho, de alguém que diz que “sempre foi assim” e que não tem nada demais. O problema é que esse tipo de normalização pode atrasar diagnóstico, tratamento e prevenção. O Ministério da Saúde define hipertensão como a elevação da pressão arterial para 140/90 mmHg ou mais , justamente o equivalente ao famoso 14 por 9 . A OMS usa o mesmo ponto de corte para
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Oropouche ou dengue: como diferenciar da febre do Oropouche e quando suspeitar
Quando a febre chega acompanhada de dor de cabeça, dor no corpo, náusea e prostração, o pensamento de muita gente vai direto para uma palavra: dengue. Isso é compreensível. O problema é que, hoje, nem todo quadro com “cara de dengue” é dengue. A febre do Oropouche (é uma doença viral infecciosa aguda, causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV), transmitida principalmente pela picada do mosquito Culicoides paraensis (maruim ou mosquito-pólvora), que entrou de vez
8 min de leitura


Bronquiolite: quando a chiadeira preocupa
Poucas coisas deixam pais e mães tão alertas quanto ouvir um bebê respirar de um jeito que não parece normal. Às vezes começa com coriza, uma tosse aparentemente simples e um desconforto que ainda parece “só um resfriado”. Depois vem a chiadeira. E, quando ela aparece, a dúvida muda de patamar: é apenas uma virose comum ou a situação começou a sair do trilho? É exatamente aí que a pergunta bronquiolite quando a chiadeira preocupa deixa de ser uma curiosidade e vira uma neces
7 min de leitura


Quando procurar avaliação médica em vez de esperar passar
Saber quando procurar avaliação médica é uma das decisões mais importantes da vida prática em saúde. Nem todo sintoma exige urgência, mas nem todo sintoma deve ser empurrado para depois. O NCI orienta que mudanças no corpo que durem algumas semanas merecem ser avaliadas, e o NHS reforça que sinais persistentes, que pioram ou fogem do seu padrão habitual devem ser checados, mesmo quando muitas vezes acabam tendo causas comuns e não graves. A melhor lógica não é viver em estad
6 min de leitura


Exames de imagem ajudam a descobrir doenças sem sintomas?
Sim, em alguns contextos os exames de imagem podem ajudar a descobrir doenças antes do aparecimento de sintomas . Mas essa resposta precisa vir acompanhada de um cuidado essencial: isso não significa que qualquer pessoa deva sair fazendo exames de imagem “para ver se acha alguma coisa”. A OMS distingue claramente diagnóstico precoce de rastreamento : o diagnóstico precoce foca em pessoas que já têm sintomas e precisam ser avaliadas cedo; o rastreamento, por outro lado, tes
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Exames importantes para a saúde da mulher ao longo da vida
Falar em exames importantes para a saúde da mulher exige começar por uma verdade simples: não existe uma única lista igual para todas as mulheres em todas as idades . O que faz sentido aos 25 anos pode ser diferente do que faz sentido aos 45, aos 60 ou durante a gestação. Também muda conforme sintomas, história familiar, fase hormonal, risco individual e objetivo do exame. É exatamente por isso que rastreamento, investigação diagnóstica e acompanhamento não podem ser tratado
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Tomografia de baixa dose: o que é e para quem serve
A tomografia de baixa dose , também chamada de LDCT na sigla em inglês, é uma tomografia computadorizada feita com uma dose menor de radiação do que a usada em uma tomografia convencional do tórax. A RadiologyInfo explica que esse exame combina equipamento especial de raios X com computadores para formar imagens detalhadas dos pulmões e que ele usa até 90% menos radiação ionizante do que uma tomografia convencional do tórax, mantendo qualidade suficiente para detectar muita
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Quem deve pensar em rastreamento de câncer de pulmão
Quando se fala em rastreamento de câncer de pulmão , a primeira ideia que precisa ficar clara é esta: esse exame não é para todo mundo . O rastreamento foi criado para pessoas com alto risco , mas que não têm sinais ou sintomas da doença. A RadiologyInfo explica exatamente isso ao afirmar que, no rastreamento pulmonar, pessoas com maior risco de desenvolver câncer de pulmão, mas sem sinais ou sintomas, realizam uma tomografia computadorizada de baixa dose do tórax. Isso é im
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O que acontece nos bastidores de um exame bem feito
Quando o paciente chega a uma clínica de imagem, ele enxerga apenas a parte mais visível do processo: recepção, sala de exame, equipamento, talvez o contraste, talvez o laudo depois. Mas um exame bem feito depende de muito mais do que apertar um botão e gerar uma imagem. Nos bastidores, existe uma sequência de etapas que envolve qualificação da equipe, protocolos, posicionamento correto, checagens de segurança, controle de qualidade e interpretação médica. A própria ACR desc
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O exame dói? Quanto tempo ele costuma durar?
Essa é uma das perguntas mais honestas que um paciente pode fazer antes de entrar em uma sala de exame: o exame dói? E quase sempre ela vem acompanhada de outra: quanto tempo isso vai demorar? A resposta mais correta é que isso depende do tipo de exame. Mas existe uma boa notícia: na maioria dos exames de imagem mais comuns, a experiência tende a ser mais desconfortável do que dolorosa — e, em vários casos, o desconforto é mínimo ou inexistente. Em geral, o que mais incomod
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Exames de imagem mais comuns e o que cada um avalia
Quando alguém recebe um pedido médico, é comum surgir a dúvida: afinal, quais são os exames de imagem mais comuns e o que cada um realmente avalia? Essa pergunta faz todo sentido, porque muita gente usa nomes como tomografia, ressonância, ultrassom e raio-X como se fossem quase a mesma coisa. Mas não são. Cada método foi desenvolvido para enxergar melhor determinados tecidos, estruturas e situações clínicas. A própria RadiologyInfo reúne, em sua base para pacientes, descriçõ
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Mamografia: quando começar e por que não adiar
A mamografia continua sendo um dos exames mais importantes para a detecção precoce do câncer de mama. Ela usa raios X de baixa dose para procurar alterações suspeitas antes mesmo de surgirem sintomas, e esse é justamente um dos motivos pelos quais o exame tem tanto valor em estratégias de rastreamento bem indicadas. A RadiologyInfo descreve a mamografia como um exame de imagem específico da mama voltado para detectar câncer precocemente, e a USPSTF destaca seu papel na reduçã
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Como se vestir para fazer um exame de imagem com conforto
Saber como se vestir para exame de imagem parece um detalhe pequeno, mas pode evitar atraso, desconforto e até necessidade de trocar de roupa na última hora. Em vários exames, a orientação geral é simples: usar roupas confortáveis, mais soltas e com menos acessórios, além de deixar joias em casa. Isso aparece de forma consistente nas orientações da RadiologyInfo para tomografia, ultrassom e raio-X. A lógica por trás disso é prática. Roupas muito apertadas, peças com metal, a
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Quando o médico pede tomografia e o que ela mostra
A tomografia computadorizada, ou CT, é um exame de imagem que usa raios X e processamento por computador para criar imagens em cortes do corpo. Essas imagens podem ser vistas em diferentes planos e até reconstruídas em 3D, o que dá ao médico uma visão muito mais detalhada de órgãos, ossos, vasos e tecidos do que um raio-X convencional costuma oferecer. É justamente por isso que o médico pede tomografia quando precisa de uma resposta mais detalhada, mais rápida ou mais abrange
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Levar exames antigos faz diferença? Sim — e muitas vezes mais do que parece
Muita gente acha que exame antigo serve apenas para “guardar no arquivo” ou mostrar ao médico por educação. Na prática, levar exames antigos faz diferença real . A RadiologyInfo explica que o radiologista frequentemente compara o exame novo com exames anteriores disponíveis e afirma que é sempre uma boa ideia obter estudos prévios de outros serviços e entregá-los ao setor de radiologia, porque esses exames mais antigos podem ser muito úteis. Isso acontece porque a imagem isol
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Blog da PRIMA Imagem: o que você vai encontrar aqui
O blog da PRIMA Imagem nasceu com uma proposta muito clara: transformar informação técnica em orientação realmente útil para quem precisa entender melhor os próprios exames, tomar decisões com mais segurança e viver a jornada diagnóstica com menos medo e mais clareza. Isso é importante porque hoje muitos pacientes já acessam seus laudos online rapidamente, inclusive antes da consulta, e essa autonomia é positiva — mas também pode gerar confusão quando o conteúdo vem em lingu
7 min de leitura


Como funciona a jornada do paciente na PRIMA Imagem
Quando uma pessoa marca um exame, ela não está buscando apenas uma imagem. Ela está buscando resposta, segurança, clareza e, muitas vezes, tranquilidade em um momento de dúvida. É por isso que a jornada do paciente na PRIMA Imagem precisa ser entendida como algo maior do que o tempo passado dentro da sala de exame. Em radiologia moderna, a experiência do paciente começa antes do procedimento e continua depois da entrega do resultado, com preparo, comunicação, segurança e seg
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O futuro do diagnóstico por imagem já começou
Durante muito tempo, falar sobre o futuro do diagnóstico por imagem parecia conversa de congresso: inteligência artificial, exames mais rápidos, integração entre sistemas, laudos mais inteligentes e fluxos mais conectados. Só que esse futuro deixou de ser promessa distante. Hoje, ele já aparece na prática clínica com exames acelerados por software, ferramentas que ajudam a destacar achados sutis, sistemas que priorizam casos urgentes e plataformas que conectam imagens, laudos
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